<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><description /><title>Notícias do Tribunal Regional Federal da 4ª Região</title><link>http://www.trf4.jus.br</link><generator>Site TRF4</generator> <language>pt-br</language><item><title>JF de Santa Maria celebra seus 25 anos (18/05/2012)</title><link>http://www.trf4.jus.br/trf4/noticias/noticia_detalhes.php?id=8129</link><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ A desembargadora federal Marga Inge Barth Tessler, presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Reg (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ A desembargadora federal Marga Inge Barth Tessler, presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), proferiu a conferência de encerramento do seminário “Os novos rumos da Justiça Federal”, realizado hoje (18/5) para comemorar os 25 anos de instalação da Justiça Federal de Santa Maria. A magistrada falou sobre “A Justiça Federal no Brasil: histórico, evolução e casos célebres”. Marga narrou os principais acontecimentos que marcaram a trajetória da Justiça Federal no país. Da sua criação na 1ª República, passando pelo ato de Getúlio Vargas que a extinguiu em 1937 e pela sua recriação por meio do Ato Institucional nº 2, em outubro de 1965.<br /><br />Em pleno Governo Militar, a Justiça Federal de 1º Grau julgou muitos casos paradigmáticos, lembra Marga, “como o processo que considerou a União culpada pela morte do jornalista Vladimir Herzog nas dependências do DOI-CODI de São Paulo”. Para a desembargadora, “foi um caso emblemático, que descolou a JF da pecha de ser cria do regime militar”. Outra ação de destaque do período foi o processo das vítimas da talidomida (medicamento que produzia danos em fetos) contra a União e laboratórios estrangeiros.<br /><br />No final da conferência, a desembargadora Marga agradeceu a presença das autoridades e do público presente ao evento, convidando os juízes federais Eduardo Picarelli, diretor do Foro da JFRS, Simone Barbisan Fortes, diretora da subseção de Santa Maria, e Hermes Conceição Jr. para descerrarem a placa comemorativa dos 24 Anos da Justiça Federal de Santa Maria.<br /><br /><div style="text-align: center;"><img src="/trf4/upload/editor/ltt_placa-3933.jpg" alt="" /><br /><i>Desembargadora Marga Tessler e juízes Simone Fortes, Eduardo Picarelli e Hermes Conceição Jr. descerraram a placa em homenagem ao aniversário</i><br /></div><br /><span style="font-style: italic;">Fonte: Imprensa JFRS</span><br /><br _moz_editor_bogus_node="TRUE" /> ]]></content:encoded></item><item><title>Publicado informativo com destaques da Turma Regional dos JEFs (18/05/2012)</title><link>http://www.trf4.jus.br/trf4/noticias/noticia_detalhes.php?id=8128</link><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ Foi realizada hoje (18/5), na sede da Seção Judiciária de Santa Catarina, em Florianópolis, a quarta (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ Foi realizada hoje (18/5), na sede da Seção Judiciária de Santa Catarina, em Florianópolis, a quarta sessão do ano da Turma Regional de Uniformização (TRU) dos Juizados Especiais Federais (JEFs) da 4ª Região. O <a href="../institucional/institucional.php?id=cojef_destaques_sessoes_TRU_180512" target="_blank">informativo</a> com as decisões mais importantes tomadas pelos integrantes da turma já está disponível na página da Coordenadoria dos JEFs neste Portal.<br /><br />Participaram da sessão, presidida pela desembargadora federal Maria de Fátima Freitas Labarrère, coordenadora dos JEFs na 4ª Região, os juízes federais João Batista Lazzari (1ª Turma Recursal/SC), Ana Cristina de Andrade Silva (2ª TR/SC), João Batista Brito Osório (3ª TR/SC), Ana Beatriz Palumbo (1ª TR/PR), Leonardo Castanho Mendes (2ª TR/PR), Flávia da Silva Xavier (3ª TR/PR), Osório Ávila Neto (1ª TR/RS), Joane Unfer Calderaro (2ª TR/RS), Gerson Godinho da Costa (3ª TR/RS) e Fernando Zandoná (4ª TR/RS). O procurador da República João Heliofar de Jesus Villar representou o Ministério Público Federal na sessão.<br /><br />A TRU julga divergências existentes entre as turmas recursais dos juizados especiais federais da 4ª Região. A próxima sessão está marcada para o dia 22 de junho, em Porto Alegre. ]]></content:encoded></item><item><title>TRF4 determina que União indenize homem preso ilegalmente (18/05/2012)</title><link>http://www.trf4.jus.br/trf4/noticias/noticia_detalhes.php?id=8126</link><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ <p>A 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região manteve, nesta semana, condenação da União a (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ <p>A 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região manteve, nesta semana, condenação da União ao pagamento de R$ 50 mil de indenização por danos morais a homem preso ilegalmente em 2008 devido a erro no SINPI – Sistema Nacional de Procurados e Impedidos. Apesar de o processo contra o autor já estar arquivado, seu nome não tinha sido tirado da lista de mandados de prisão. </p><p>O autor foi preso no aeroporto de São José dos Pinhais, no Paraná, quando ia com a esposa, os filhos e um grupo de amigos para Buenos Aires. Ele ficou detido por cinco horas até conseguir comprovar que se tratava de um equívoco.</p><p>Em 2006, o autor teve decretada contra ele prisão civil por ser depositário infiel em processo trabalhista, época em que a jurisprudência admitia esse tipo de prisão, entendimento modificado pelo Supremo Tribunal Federal em 2009. Após ser preso, ele quitou os débitos trabalhistas no mesmo dia e foi posto em liberdade. O processo foi concluído e arquivado.</p><p>A 1ª Vara Federal de Joinville (SC) condenou a União ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais e R$ 2.759,00 por danos materiais. A sentença levou o autor e a União a recorrerem ao tribunal. O primeiro pediu majoração do valor indenizatório por danos morais, e a União alegou que o ato de prisão não foi ilícito, visto que o mandado estava válido no sistema. Argumenta ainda que o autor não sofreu tratamento humilhante ou degradante, conforme alegado, e pediu diminuição do valor da indenização.</p><p>A relatora do processo na corte, desembargadora federal Maria Lúcia Luz Leiria, entendeu que a manutenção do mandado de prisão no sistema, mesmo com o pagamento da dívida e o arquivamento da reclamatória trabalhista, constitui ato ilícito e deve ser reparado. “A segunda prisão civil do autor foi ilegal, uma vez que o mandado expedido em 2006 não foi recolhido e permaneceu no SINPI, o que gerou constrangimento ao autor, que chegou a ser levado pela Polícia Federal”, observou a desembargadora.</p><p>Ela ainda repetiu em seu voto trecho da sentença que critica a atuação da administração federal: “Esses problemas apenas evidenciam um alto grau de negligência dos agentes públicos vinculados à União no controle de um sistema decisivo, pois ordena prisões em todo território nacional. Não há problemas técnicos que desculpem a União pelo absurdo ocorrido”.</p><p>Maria Lúcia manteve o valor de R$ 50 mil por danos morais, por considerá-lo adequado e proporcional ao caso, além de não acarretar enriquecimento ilícito sem causa.<br /></p> ]]></content:encoded></item><item><title>TRF4 renova acordo para manter Gabinete de Conciliação do INSS na corte (18/05/2012)</title><link>http://www.trf4.jus.br/trf4/noticias/noticia_detalhes.php?id=8125</link><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), o Ministério da Previdência Social, o Instituto Nac (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), o Ministério da Previdência Social, o Instituto Nacional do Seguro Social e a Procuradoria Regional Federal da 4ª Região (PRF4) acertaram a renovação do Gabinete de Conciliação do INSS junto ao tribunal. <br /><br />A estrutura, implantada em setembro de 2009, visa agilizar a apresentação de propostas de acordos em ações previdenciárias que tramitam no TRF4 e nas Turmas Recursais dos Juizados Especiais Federais e a implementação de benefícios decorrentes da homologação de acordos de conciliação.<br /><br />Na última semana, o desembargador federal Paulo Afonso Brum Vaz, coordenador do Sistema de Conciliação (Sistcon) na 4ª Região, o juiz federal Hermes Siedler da Conceição Junior, coordenador da conciliação no RS, e o procurador regional federal da 4ª Região, João Ernesto Aragonés Vianna, estiveram reunidos na sede do TRF4 para acertar a renovação do acordo de cooperação técnica. Também estiveram presentes os procuradores Rubem Rosa e Milton Drumond Carvalho, da PRF4.<br /><br />Durante o encontro, foi discutida ainda a implantação do projeto SICOPREV, que trata de um sistema de perícias médicas e de conciliações pré-processuais das matérias de competência das varas e juizados previdenciários de Porto Alegre. Com esse sistema, a ideia é reduzir o tempo de tramitação dos processos e o custo das perícias, melhorar o atendimento às partes pela centralização das rotinas no setor e atenuar o trabalho nas varas.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Como funciona o Gabinete de Conciliação do INSS</span><br /><br />O instituto mantém técnicos previdenciários para atuar diretamente no TRF4, propondo acordo em recursos em tramitação no tribunal e nas Turmas Recursais dos Juizados Especiais Federais da 4ª Região. Em contrapartida, o tribunal disponibiliza uma sala para o trabalho do INSS, equipada com computadores, impressoras e acesso à rede da Previdência (Dataprev).<br /><br />Feitos os cálculos previdenciários, os valores são encaminhados ao Sistcon, que faz a intimação da parte ou do advogado, propondo a conciliação. Aceito o acordo, o benefício é implantado no próprio tribunal, no prazo de 45 dias, e enviado à vara de origem para requisição de RPV ou precatório. ]]></content:encoded></item><item><title>Justiça Federal recebe homenagem da Câmara de Vereadores de Rio Grande (RS) (18/05/2012)</title><link>http://www.trf4.jus.br/trf4/noticias/noticia_detalhes.php?id=8127</link><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ A desembargadora federal Marga Barth Tessler, presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região ( (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ A desembargadora federal Marga Barth Tessler, presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), recebeu da Câmara de Vereadores de Rio Grande (RS) uma placa alusiva à passagem dos 25 anos de atividade da Justiça Federal no município gaúcho. A distinção foi entregue pelo presidente do legislativo municipal, vereador Wilson Batista Duarte Silva, durante sessão solene da Câmara realizada na última quarta-feira (16/5).<br /><br />Proponente da iniciativa, o vereador Renato Albuquerque destacou o legado construído pelos juízes e servidores que atuaram na região. “Nestes 25 anos, se pudemos ver a grandeza da Justiça Federal e a importância de seu papel no cenário político, econômico e social, é porque os magistrados e servidores que por aqui passaram souberam compreender que o Poder Judiciário só é efetivo quando consegue harmonia em todos os elos de sua cadeia produtiva”, afirmou.<br /><br />Em seu discurso, Marga ressaltou a importância da cidade de Rio Grande, que representa um ponto estratégico no mapa do Brasil: “Antes porta de entrada de imigrantes, hoje único porto marítimo do Estado. Ostenta rico patrimônio cultural e peculiar ecossistema – a Estação Ecológica do Taim, o Museu Oceanográfico, o clube de futebol mais antigo do Brasil, o Sport Clube Rio Grande de 1900”, destacou a desembargadora. “A Justiça Federal não poderia deixar de estar firmemente ancorada neste porto seguro”, concluiu.<br /><br /><div style="text-align: center;"><img alt="" src="/trf4/upload/editor/ltt_0884_placa.jpg" /><br /><span style="font-style: italic;">Placa alusiva aos 25 anos da Justiça Federal em Rio Grande (RS)</span><br /></div> ]]></content:encoded></item><item><title>Concurso resulta em livro sobre história, casos e vidas do Judiciário (18/05/2012)</title><link>http://www.trf4.jus.br/trf4/noticias/noticia_detalhes.php?id=8124</link><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ <p><img hspace="6" align="right" style="margin: 12px; width: 120px; height: 167px;" alt="" src="/trf (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ <p><img hspace="6" align="right" style="margin: 12px; width: 120px; height: 167px;" alt="" src="/trf4/upload/editor/deb_0888 livro.jpg"  ="" />Foi lançado o livro “Juízes e Judiciário: história, casos, vidas”, que reúne textos de operadores do Direito, de desembargadores a estudantes. A obra é resultado de concurso promovido pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e pelo Instituto Brasileiro de Administração do Sistema Judiciário (Ibrajus). O objetivo é resgatar parte da memória do Poder Judiciário do país.<br /><br />Os vencedores foram o desembargador José Renato Nalini, do Tribunal de Justiça de São Paulo, nos temas “fatos históricos” e “vida de magistrados”, ficando o advogado Aldo Rodrigues de Souza, de Santos (SP), com o prêmio na categoria “casos pitorescos”.<br /><br />Para o coordenador da obra, o desembargador aposentado do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) Vladimir Passos de Freitas, a coletânea cumpre um papel importante. “Colabora para a cultura nacional porque retrata uma parte minúscula, é verdade, mas nem por isso inexpressiva, da história do Poder Judiciário do Brasil”. Além disso, ele garante a boa leitura. Ressalta o “fino humor” de alguns textos, contos e o resgate de trajetórias importantes de vida, que contam também, a história do país.<br /><br />Passos de Freitas salienta também a falta de memória sobre a história do Poder Judiciário. “O Brasil é pobre em estudos, limitando-se a três ou quatro livros e publicações de tribunais , com divulgação restrita”, analisa o magistrado. Já a obra promovida pela Ajufe  e pelo Ibrajus está à disposição dos interessados nas bibliotecas dos tribunais e nas universidades do país.<br /><br />Da  4ª Região, participam da obra os juízes federais Alcides Vettorazzi, diretor do Foro da SJSC; Friedmann Wendpap, diretor do Foro da SJPR; Sérgio Renato Tejada Garcia, auxiliar da Presidência do TRF4; João Pedro Gebran Neto, convocado para atuar no TRF4; Sergio Fernando Moro, da Vara Especializada em Crimes de Lavagem de Dinheiro de Curitiba; Vera Lúcia Feil Ponciano, da 6ª VF de Curitiba; Vicente de Paula Ataíde Junior, da 5ª VF de Curitiba; e Marcel Citro de Azevedo, da 2ª VF de Execuções Fiscais de Porto Alegre. Os servidores Mariana Almeida Passos de Freitas e Elaine Aparecida da Silva Rossi, da Justiça Federal em Curitiba; e Diógenes Cervo e Leonardo Schneider,  do TRF4, também tiveram textos publicados.<br /></p> ]]></content:encoded></item><item><title>Agenda da presidente do TRF4 (18/05/2012)</title><link>http://www.trf4.jus.br/trf4/noticias/noticia_detalhes.php?id=8123</link><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ 14h - Participa da abertura do Programa de Preparação para a Aposentadoria do TRF4.<br /><br />19h30 (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ 14h - Participa da abertura do Programa de Preparação para a Aposentadoria do TRF4.<br /><br />19h30min - Profere a conferência de encerramento do Seminário em comemoração aos 25 anos da JF em Santa Maria (RS). ]]></content:encoded></item><item><title>Florianópolis sedia amanhã sessão da Turma Regional de Uniformização dos JEFs (17/05/2012)</title><link>http://www.trf4.jus.br/trf4/noticias/noticia_detalhes.php?id=8122</link><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ Será realizada amanhã (18/5), em Florianópolis, sessão da Turma Regional de Uniformização (TRU) dos  (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ Será realizada amanhã (18/5), em Florianópolis, sessão da Turma Regional de Uniformização (TRU) dos Juizados Especiais Federais (JEFs) da 4ª Região. Aberta ao público e com transmissão por videoconferência para Porto Alegre e Curitiba, a reunião acontece a partir das 9h na sede da Seção Judiciária de Santa Catarina.<br /><br />Presidida pela desembargadora federal Maria de Fátima Freitas Labarrère, coordenadora dos juizados na 4ª Região, a TRU julga divergências entre as turmas recursais dos JEFs. Os magistrados que compõem a Turma Regional deverão analisar mais de 120 incidentes de uniformização. Após a sessão, será disponibilizado, neste Portal, um informativo sobre as decisões mais importantes. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Locais para assistir a TRU:</span><br /><br /><span style="text-decoration: underline;">Seção Judiciária de Santa Catarina</span><br />Rua Paschoal Apóstolo Pitsica, nº 4.810, 4º andar – Sala de Sessões das Turmas Recursais – Florianópolis<br /><br /><span style="text-decoration: underline;">Seção Judiciária do Paraná (por videoconferência)</span><br />Ed. Bagé – Rua Voluntários da Pátria, nº 532, 5º andar – Sala de Sessões das Turmas Recursais – Curitiba<br /><br /><span style="text-decoration: underline;">Tribunal Regional Federal da 4ª Região (por videoconferência)</span><br />Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, nº 300, 3º andar – Sala de Sessões nº 3 – Porto Alegre ]]></content:encoded></item><item><title>Via Legal destaca decisão que restringe o cultivo de transgênicos no entorno de  unidades de conservação no RS (17/05/2012)</title><link>http://www.trf4.jus.br/trf4/noticias/noticia_detalhes.php?id=8121</link><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ A matéria produzida pela Região Sul para o programa Via Legal desta semana aborda a polêmica envolve (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ A matéria produzida pela Região Sul para o programa Via Legal desta semana aborda a polêmica envolvendo o cultivo de produtos transgênicos no entorno de unidades de conservação. Hoje, boa parte da soja e do milho plantados no Brasil vem de sementes geneticamente modificadas.<br /><br />No Rio Grande do Sul, terceiro maior produtor de soja no país, quase 100% das lavouras são cultivadas com variedades transgênicas, preferidas pelos produtores pela redução dos custos de produção. Por outro lado, ambientalistas argumentam que a prática põe em risco a biodiversidade, especialmente quando a plantação ocorre próximo a áreas de conservação.<br /><br />Ao julgar uma ação popular proposta por uma ONG ambientalista, a juíza Clarides Rahmeier, da Vara Federal Ambiental de Porto Alegre, entendeu que as regras do governo federal para o plantio e cultivo dos transgênicos não podem ser aplicadas em unidades federais de conservação situadas no RS, onde devem ser observados os 10 quilômetros de limite previstos no Código Estadual do Meio Ambiente. A norma federal reduzia as zonas de amortecimento para 500, 800 e 5 mil metros.<br /><br />Confira aqui a reportagem de Nara Sarmento:<br /><br /><br />[VIDEO]<br /> ]]></content:encoded></item><item><title>TRF4 na PUC (17/05/2012)</title><link>http://www.trf4.jus.br/trf4/noticias/noticia_detalhes.php?id=8120</link><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ <P>A 4ª Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região realizou hoje (17/5) uma sessão de julgament (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ <P>A 4ª Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região realizou hoje (17/5) uma sessão de julgamento no auditório da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).</P><P>O encontro teve como objetivo proporcionar aos alunos uma aula prática sobre o funcionamento do Poder Judiciário, acompanhando a dinâmica dos trabalhos de uma sessão de julgamento. </P><P>“É preciso eliminar a distância entre o trabalho jurídico e o mundo acadêmico. Nunca foi tão necessário aprofundar o Direito para exemplificar a ideia de que a Justiça deve ser preventiva e educativa, voltada aos direitos fundamentais de respeito à dignidade da pessoa”, declarou o vice-presidente do TRF4, desembargador federal Luiz Carlos de Castro Lugon, que preside as 1ª, 2ª, 3ª e 4ª Seções da corte.</P><P>“Estamos com isso unindo teoria e prática”, falou o diretor da Faculdade de Direito Fabrício Pozzebon. “Quando um tribunal vem até nossa faculdade, traz o Direito vivo para cá e contribui muito para a formação de nosso alunos”, acrescentou.<BR></P><P>Formada pelas 7ª e 8ª Turmas, especializadas em matéria criminal, a 4ª Seção julga os recursos provenientes destas. A sessão de julgamento iniciou com a sustentação oral de um advogado de Curitiba por videoconferência. O processo tratava do cálculo da pena que estava sendo questionado pelo do réu.<BR><BR></P><P align=center><IMG src="/trf4/upload/editor/ppi_0821_tela.jpg "><BR><EM>Advogado fez sua sustentação oral de Curitiba </EM></P><P>Representando o Ministério Público Federal, o procurador regional Manoel Tavares Pastana também conversou com o público. Ele falou sobre seu passado e de como chegou até o cargo que exerce. Autor do livro “De faxineiro a procurador da República”, relatou aos acadêmicos como superou todos os obstáculos e incentivou-os a estudarem e correrem atrás de seu sonho.</P><P>A estudante de Direito Luciana Graça Mveh gostou de acompanhar a sessão. “Acho bem importante e produtivo, porque eu nunca tive contato com uma sessão. A gente pode ver a realidade, onde vamos nos meter, onde vamos trabalhar, ver se é isso que a gente quer”. Para Lenir Nascimento, também universitária do curso, é uma forma de ver a teoria aplicada na prática, “a gente consegue ver o que se passa no dia a dia da Justiça”.</P><P>Após o processo com sustentação oral, foram julgados outras ações por preferência. Lugon declarou que foi uma satisfação dirigir uma sessão dentro da PUC. “Orgulho-me em ser mestre em Direito pela PUC” e, dirigindo-se aos alunos, concluiu: “assistir a sessões de julgamento é uma lição de como é o trabalho de cultivo e aplicação do Direito”.<BR><BR></P><P align=center><IMG src="/trf4/upload/editor/ppi_0804_tela.jpg "><BR><EM>Estudantes prestigiaram o evento <BR><BR></EM></P> ]]></content:encoded></item></channel></rss>
