<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"><channel><title>Notícias do Tribunal Regional Federal da 4ª Região</title><atom:link href="https://www.trf4.jus.br/trf4/noticias.xml" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.trf4.jus.br</link><description>Notícias do Tribunal Regional Federal da 4ª Região</description><lastBuildDate>Tue, 18 Aug 2026 13:00:03 -0300</lastBuildDate><generator>Site TRF4</generator><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency><language>pt-br</language><item><title>Justiça Federal da 4ª Região vence prêmio do CNJ de prestação jurisdicional na área ambiental (17/08/2026)</title><link>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30392</link><pubDate>Mon, 17 Aug 2026 15:54:24 -0300</pubDate><guid>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30392</guid><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ <p>O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) foi um dos vencedores do Prêmio Juízo Verde - edi (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ <p>O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) foi um dos vencedores do Prêmio Juízo Verde - edição 2026, que é promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A premiação destaca iniciativas inovadoras do Judiciário voltadas à proteção do meio ambiente e ao aprimoramento da prestação jurisdicional na área ambiental. A Justiça Federal da 4ª Região foi a ganhadora na modalidade de Boas Práticas &ndash; Atuação Judicial Finalística na Área Ambiental com o projeto &ldquo;Reparação de Danos Ambientais &ndash; Caso Petrobrás&rdquo;, desenvolvido pela Coordenação de Apoio às Demandas Estruturais do Sistema de Conciliação (Sistcon), sob coordenação do juiz federal Antônio César Bochenek.</p><p>A cerimônia de entrega do prêmio ocorreu na tarde da última sexta-feira (14/8), na sede do CNJ, em Brasília, durante a realização da 4ª edição do evento &ldquo;Judiciário Sustentável&rdquo;. Participaram da solenidade representando a 4ª Região, o juiz federal Antônio César Bochenek, a desembargadora federal Gisele Lemke e o desembargador federal Márcio Antônio Rocha. A entrega dos prêmios foi realizada pelo conselheiro Ilan Presser, pelos juízes auxiliares da Presidência do CNJ Gabriela Lenz, José Gomes de Araújo Filho e Thiago Henrique Teles Lopes e pela juíza auxiliar da Presidência do TRF1 Lívia Peres.</p><p>Na iniciativa premiada, a Coordenação de Apoio às Demandas Estruturais do Sistcon utilizou técnicas processuais estruturais para implementar a reparação ambiental, por meio de diversos projetos para a destinação de valores para várias instituições e entidades, referentes ao acordo de indenização do vazamento de petróleo da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, ocorrido em julho de 2000. O valor do acordo no caso chegou a R$ 1.396.439.989,71.</p><p>Dessa forma, a premiação do CNJ reconhece que a iniciativa da 4ª Região contribuiu para tornar mais efetiva a prestação jurisdicional ambiental e difundir métodos de solução consensual de conflitos, como a mediação e o processo estrutural.</p><p>Criado pela <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/4109" target="_blank">Resolução CNJ nº 416/2021</a> e regulamentado nesta edição pela <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/6846" target="_blank">Portaria nº 134/2026</a>, o Prêmio Juízo Verde busca dar visibilidade a experiências que possam ser replicadas por outros órgãos do Judiciário e estimular resultados na proteção ambiental e na prestação jurisdicional.</p><p>Mais informações sobre o Prêmio Juízo Verde, incluindo todos os vencedores da edição 2026, estão disponíveis no Portal do CNJ pelo seguinte link: <a href="https://www.trf4.jus.br/T827z" target="_blank">https://www.trf4.jus.br/T827z</a>.</p><p><i>Com informações da Agência CNJ de Notícias</i></p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/mrc88_16.51.02--1--copiar.jpg.jpeg" title="" alt="Da esq p/ dir.: juiz federal Antônio César Bochenek, desembargadora federal Gisele Lemke, conselheiro do CNJ Ilan Presser e desembargador federal Márcio Antônio Rocha durante a entrega do Prêmio Juízo Verde - edição 2026" style="width:800px;" /><br />Da esq p/ dir.: juiz federal Antônio César Bochenek, desembargadora federal Gisele Lemke, conselheiro do CNJ Ilan Presser e desembargador federal Márcio Antônio Rocha durante a entrega do Prêmio Juízo Verde - edição 2026 ()</p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/mrc88_16.51.01-copiar.jpg.jpeg" title="" alt="A cerimônia de entrega do prêmio ocorreu na tarde da última sexta-feira (14/8), na sede do CNJ, em Brasília" style="width:800px;" /><br />A cerimônia de entrega do prêmio ocorreu na tarde da última sexta-feira (14/8), na sede do CNJ, em Brasília ()</p> ]]></content:encoded></item><item><title>Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Federais manifesta apoio ao PL nº 429/2024 (16/08/2026)</title><link>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30391</link><pubDate>Sun, 16 Aug 2026 11:21:23 -0300</pubDate><guid>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30391</guid><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ <p style="margin:0;">O <b>Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Federais (Coprefe)</b>, int (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ <p style="margin:0;">O <b>Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Federais (Coprefe)</b>, integrado pelos Presidentes dos seis Tribunais Regionais Federais do país, manifesta seu <b>apoio ao Projeto de Lei nº 429/2024</b>, aprovado pelo Congresso Nacional, que moderniza o regime de custas e cria o Fundo Especial da Justiça Federal (Fejufe).</p><p style="margin:0;">A proposta é resultado de <b>mais de uma década de amadurecimento e debate institucional</b>, tendo tramitado no Congresso Nacional desde 2013, originalmente como PL nº 5.827/2013, de iniciativa do Superior Tribunal de Justiça, e que culminou no atual <b>PL nº 429/2024</b>, após ampla discussão e aperfeiçoamento nas duas Casas do Congresso Nacional.</p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;"><b>Modernização e acesso à Justiça</b></p><p style="margin:0;">O sistema de custas atualmente vigente é disciplinado pela Lei nº 9.289, de 1996. A atualização promovida pelo PL nº 429/2024 <b>não cria novo tributo</b>: moderniza um modelo concebido há três décadas e estabelece mecanismo para que os recursos arrecadados com a prestação jurisdicional sejam revertidos em benefício da própria prestação jurisdicional.</p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;">O Fejufe permitirá investimentos em <b>tecnologia, transformação digital, segurança, equipamentos, instalações, capacitação e infraestrutura</b>, ampliando a capacidade da Justiça Federal de prestar um serviço mais eficiente, moderno, sustentável e acessível.</p><p style="margin:0;">Seus recursos <b>não poderão ser utilizados para pagamento de despesas com pessoal</b>. O Fundo é destinado ao fortalecimento da capacidade de investimento da Justiça Federal e à melhoria das condições materiais e tecnológicas necessárias ao atendimento da população.</p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;">A modernização das custas tampouco restringe o direito fundamental de acesso à Justiça. <b>Permanecem preservadas as hipóteses legais de gratuidade judiciária e as isenções previstas no ordenamento jurídico</b>, assegurando proteção a quem não possui condições econômicas para suportar as despesas processuais.</p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;"><b>Recursos que retornam à prestação jurisdicional</b></p><p style="margin:0;">A Justiça Federal está presente em todas as regiões do país, inclusive em localidades distantes dos grandes centros e áreas de difícil acesso. Atua diariamente em questões diretamente relacionadas à vida das pessoas, como previdência, saúde, assistência social, meio ambiente, direitos indígenas e acesso a políticas públicas.</p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;">Nesse contexto, investimentos em infraestrutura, tecnologia, segurança e conectividade <b>não representam benefícios para a estrutura administrativa em si mesma: representam melhores condições para que a Justiça chegue ao cidadão.</b></p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;">O Fejufe também permitirá planejamento de médio e longo prazo e distribuição de recursos entre diferentes unidades da Justiça Federal, contribuindo para reduzir desigualdades estruturais e assegurar condições mais equilibradas de prestação jurisdicional em todo o território nacional.</p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;">Os recursos permanecerão integralmente no patrimônio público federal e submetidos ao orçamento público, à transparência, à prestação de contas e aos mecanismos de controle externo.</p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;"><b>Uma Justiça Federal mais próxima do cidadão</b></p><p style="margin:0;">O Coprefe reconhece a importância do debate público sobre qualquer alteração no regime de custas judiciais. Esse debate deve, contudo, considerar o projeto em sua integralidade: <b>não há criação de novo tributo; a gratuidade judiciária permanece assegurada; os recursos serão destinados à própria prestação jurisdicional; não poderão financiar despesas com pessoal; e sua aplicação estará sujeita aos mecanismos públicos de controle e transparência.</b></p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;">O PL nº 429/2024 é resultado de mais de uma década de discussão e aperfeiçoamento no Congresso Nacional e representa um instrumento para construir uma Justiça Federal mais estruturada, tecnológica, eficiente e capaz de responder aos desafios de um país de dimensões continentais.</p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;"><b>Fortalecer a Justiça Federal é fortalecer sua capacidade de assegurar direitos. Investir em sua estrutura é investir na capacidade do Estado de solucionar conflitos e fazer a Justiça chegar a quem dela precisa.</b></p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;">Por essas razões, os Presidentes dos seis Tribunais Regionais Federais manifestam seu <b>apoio institucional ao Projeto de Lei nº 429/2024 e à criação do Fundo Especial da Justiça Federal</b>, confiantes de que sua implementação contribuirá para o aperfeiçoamento da prestação jurisdicional e para o fortalecimento do acesso à Justiça em todo o Brasil.</p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;"><b>Desembargador Federal João Batista Pinto Silveira</b><br />Presidente do Coprefe<br />Presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região &ndash; TRF4</p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;"><b>Desembargador Federal Luís Antonio Johonsom Di Salvo</b><br />Vice-Presidente do Coprefe<br />Presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região &ndash; TRF3</p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;"><b>Desembargadora Federal Maria do Carmo Cardoso</b><br />Presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região &ndash; TRF1</p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;"><b>Desembargador Federal Luiz Paulo da Silva Araújo Filho</b><br />Presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região &ndash; TRF2</p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;"><b>Desembargador Federal Roberto Machado</b><br />Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região &ndash; TRF5</p><p style="margin:0;"> </p><p style="margin:0;"><b>Desembargador Federal Vallisney de Souza Oliveira</b><br />Presidente do Tribunal Regional Federal da 6ª Região &ndash; TRF6</p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/apb17_img_1189.jpg" title="" alt="" style="width:800px;" /><br /> ()</p> ]]></content:encoded></item><item><title>Encontro Nacional do SEI 2026 é encerrado com novidades na versão 6.0 da plataforma (14/08/2026)</title><link>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30390</link><pubDate>Fri, 14 Aug 2026 18:45:25 -0300</pubDate><guid>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30390</guid><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ <p>O Encontro Nacional do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) 2026 foi encerrado na manhã desta  (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ <p>O Encontro Nacional do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) 2026 foi encerrado na manhã desta sexta-feira (14/8), após três dias de debates, apresentações e compartilhamento de experiências entre instituições que utilizam a plataforma em todo o país. O evento foi realizado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em parceria com o Conselho da Justiça Federal (CJF), e contou com o apoio institucional da Caixa Econômica Federal. O encontro teve o slogan "Eu sou SEI".</p><p>A iniciativa reuniu, entre 12 e 14 de agosto, na sede do CJF, em Brasília, autoridades e servidoras(es) para discutir a evolução do sistema e apresentar as novidades da versão 6.0, prevista para ser lançada em novembro de 2026.</p><p>Durante a cerimônia de encerramento, o presidente do TRF4, desembargador federal João Batista Pinto Silveira, destacou a produtividade dos trabalhos realizados ao longo dos três dias e a importância da troca de experiências. &ldquo;É sempre importante que possamos nos reunir, ainda mais em um projeto dessa magnitude, e termos a possibilidade de aprimorá-lo. Todo projeto se torna importante e útil se for aprimorado; se parar no tempo e não tiver novas ideias, ele não irá cumprir o seu papel. Os objetivos nesses encontros são justamente, na condição de usuários e comunidade, trazer e apresentar novidades que foram criadas e injetadas no TRF4 ou em outros tribunais para que possamos discuti-las e transformá-las em uma efetividade que traga resultados&rdquo;, disse o desembargador.</p><p>O presidente do TRF4 também agradeceu às instituições e às equipes envolvidas na realização do encontro. &ldquo;Tenho um agradecimento muito especial ao ministro Herman Benjamin, presidente do CJF, que, juntamente com o TRF4, possibilitou esse encontro, com todo o apoio fornecido. Um agradecimento muito especial também ao juiz federal Erivaldo Ribeiro dos Santos, secretário-geral do Conselho, na pessoa de quem agradeço toda a equipe pela generosa acolhida e por receber esse evento com tanta atenção e excelência. Não poderia deixar de agradecer, ainda, à Caixa, que foi importantíssima para a realização deste evento&rdquo;, ele afirmou.</p><p>Ao comentar a importância do SEI para a Administração Pública, João Batista Pinto Silveira ressaltou o caráter público e gratuito da ferramenta e a contribuição do sistema para a modernização das instituições. Segundo ele, o SEI, embora seja uma criação do Poder Judiciário, &ldquo;vem para ajudar as instituições públicas a cumprirem o seu papel no que diz respeito ao seu funcionamento com agilidade e segurança&rdquo;.</p><p><strong>Palestra e painéis</strong></p><p>O encontro nacional teve início no fim da tarde de quarta-feira (12/8), na sede do CJF, com a abertura oficial dos trabalhos, seguida pela palestra magna do coordenador do SEI e do sistema processual eproc, juiz federal do TRF4 Eduardo Tonetto Picarelli. Nos dois dias seguintes, a programação foi marcada por apresentações sobre as novidades previstas para a versão 6.0 do sistema e pelas funcionalidades de diferentes módulos da plataforma.</p><p>Ao dar início à etapa de novidades do encontro, o coordenador do SEI explicou que a nova versão reúne recursos destinados a otimizar as rotinas de trabalho e destacou a importância do evento para alinhar as atividades entre os órgãos que utilizam a ferramenta e ampliar o conhecimento sobre suas possibilidades.</p><p>Ao compartilhar a experiência de implantação do sistema na Caixa Econômica Federal, o coordenador do Grupo de Trabalho (GT) SEI-CAIXA, Carlos Márcio Chaves, destacou que a adoção do SEI envolve não apenas aspectos tecnológicos, mas também uma mudança na forma de trabalhar. &ldquo;Mais do que implantar uma ferramenta, estamos mudando uma cultura. Precisamos trabalhar nos pilares de confiança para uma boa adesão do sistema&rdquo;, ele afirmou.</p><p>As apresentações dos painéis foram conduzidas pela equipe responsável pelo desenvolvimento do sistema no TRF4: a coautora e gestora negocial interinstitucional do SEI, Patrícia Valentina, e o coautor e gerente de desenvolvimento do SEI, Mairon Guerra Bathaglini.</p><p>Participaram como painelistas:</p><p>SEI 6.0 &mdash; Parte I: gestora de Relacionamento do SEI do TRF4, Célia Regina Bernardes Jardim da Silva;</p><p>SEI 6.0 &mdash; Parte II: assessor da Diretoria-Geral do TRF4, Násser Mahmud Abu Zahra;</p><p>SEI Avaliar: juíza federal da 4ª Região e diretora do Foro da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul, Ingrid Schroder Sliwka;</p><p>SEI Criar: juiz federal da 4ª Região e coordenador do SEI, Eduardo Tonetto Picarelli;</p><p>SEI &mdash; Implantação em grandes organizações: coordenador do Grupo de Trabalho (GT) SEI &mdash; Caixa Econômica Federal (CAIXA), Carlos Márcio Chaves;</p><p>SEI Ouvir: assessora da Ouvidoria do TRF4, Vanessa Dias Corrêa;</p><p>SEI Comprar: diretor administrativo do TRF4, Márcio Bernardes Jardim; e</p><p>SEI Julgar: secretário-geral da Presidência do TRF4, Cássio Montano Wilhelms.</p><p> </p><p><em>Com informações da Ascom/CJF</em></p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/mrc88_18.19.17-copiar.jpg.jpeg" title="Foto: Ascom/CJF" alt="Grupo de magistrados(as) e servidores(as) na solenidade de encerramento do Encontro Nacional do SEI - 2026" style="width:800px;" /><br />Grupo de magistrados(as) e servidores(as) na solenidade de encerramento do Encontro Nacional do SEI - 2026 (Foto: Ascom/CJF)</p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/mrc88_18.19.19-copiar.jpg.jpeg" title="Foto: Ascom/CJF" alt="Na cerimônia de encerramento, o presidente do TRF4, desembargador João Batista Pinto Silveira, destacou a produtividade dos trabalhos realizados ao longo do encontro e a importância da troca de experiências" style="width:800px;" /><br />Na cerimônia de encerramento, o presidente do TRF4, desembargador João Batista Pinto Silveira, destacou a produtividade dos trabalhos realizados ao longo do encontro e a importância da troca de experiências (Foto: Ascom/CJF)</p> ]]></content:encoded></item><item><title>Líder quilombola visita exposição sobre processo que regularizou território da Família Silva (14/08/2026)</title><link>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30389</link><pubDate>Fri, 14 Aug 2026 17:00:35 -0300</pubDate><guid>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30389</guid><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ <p>A exposição Justiça e Alteridade, do Museu do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), rece (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ <p>A exposição Justiça e Alteridade, do Museu do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), recebeu nesta sexta-feira (14/8) a visita da líder do Quilombo Silva, Lígia Maria da Silva, e dos representantes da Frente Quilombola RS Sérgio Valentim e Onir de Araújo. O grupo veio conhecer a mostra, aberta em maio deste ano, que apresenta, entre seus eixos, o processo judicial relacionado à regularização do território da comunidade quilombola da Família Silva, em Porto Alegre.</p><p>Os visitantes foram recebidos pelo coordenador do Sistema de Conciliação do TRF4 (Sistcon), desembargador federal Altair Antônio Gregório; pela coordenadora da Comissão de Soluções Fundiárias do TRF4, juíza federal Catarina Volkart Pinto; e pelas servidoras Tatiana Moraes Manfessoni, chefe de gabinete da Direção-Geral, e Maria Regina Goulart, supervisora do Setor de Memória, que apresentaram a exposição aos visitantes.</p><p>Lígia agradeceu pela inclusão do processo na exposição, destacando sua importância para as 22 famílias que vivem atualmente no local. O Quilombo Silva, situado no bairro Três Figueiras, em Porto Alegre, abriga cerca de 80 pessoas. &ldquo;Até a regularização do terreno, não tínhamos paz, mesmo morando no local desde os anos 1940, quando meus avós chegaram&rdquo;, ela relatou. Lígia também relembrou episódios de agressão e tentativas de retirada da comunidade.</p><p>Segundo Sérgio Valentim, a exposição do TRF4 é a primeira realizada a partir do acervo reunido pela Frente Quilombola RS, que apoia comunidades quilombolas na defesa de seus direitos. &ldquo;A musealização dos processos de demarcação é uma forma de demonstrar o que ocorre desde a promulgação da Constituição de 1988&rdquo;, ele afirmou. O ativista também lembrou que outras comunidades ainda aguardam uma solução para seus processos.</p><p><strong>Sobre a mostra</strong></p><p>A exposição &ldquo;Justiça e Alteridade: o TRF4 na proteção do patrimônio comum e das identidades&rdquo;, que vai até o dia 31 de agosto, está organizada em dois eixos.</p><p>&ldquo;O território em disputa&rdquo; apresenta as discussões envolvendo o Parque Nacional do Iguaçu e a Estrada do Colono, no Paraná, destacando a prevalência do interesse ecológico e da preservação ambiental; e o processo envolvendo a comunidade quilombola de Porto Alegre, que resultou no reconhecimento do direito à posse da terra em área urbana.</p><p>Já o eixo &ldquo;A voz à diferença&rdquo; aborda a causa indígena no Rio Grande do Sul, destacando a atuação do tribunal na proteção da dignidade étnica, no respeito à alteridade e no enfrentamento ao discurso de ódio.</p><p>ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br)</p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/ppi71_3022_tela.jpg" title="Foto: Diego Beck/TRF4" alt="Lígia Maria da Silva é líder da comunidade" style="width:800px;" /><br />Lígia Maria da Silva é líder da comunidade (Foto: Diego Beck/TRF4)</p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/ppi71_3016_tela.jpg" title="Foto: Diego Beck/TRF4" alt="Onir de Araújo (centro) também falou sobre a luta dos quilombos no RS" style="width:800px;" /><br />Onir de Araújo (centro) também falou sobre a luta dos quilombos no RS (Foto: Diego Beck/TRF4)</p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/ppi71_2954_tela.jpg" title="Foto: Diego Beck/TRF4" alt="Sérgio Valentim pontuou a importância da mostra para o movimento quilombola" style="width:800px;" /><br />Sérgio Valentim pontuou a importância da mostra para o movimento quilombola (Foto: Diego Beck/TRF4)</p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/ppi71_2955_tela.jpg" title="Foto: Diego Beck/TRF4" alt="(esq.p/dir.) Juíza Catarina, Araújo, Lígia, Regina, Valentim e desembargador Altair" style="width:800px;" /><br />(esq.p/dir.) Juíza Catarina, Araújo, Lígia, Regina, Valentim e desembargador Altair (Foto: Diego Beck/TRF4)</p> ]]></content:encoded></item><item><title>Caixa não terá que ressarcir o Município de Jaguari, vítima de golpe de phishing (14/08/2026)</title><link>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30388</link><pubDate>Fri, 14 Aug 2026 16:00:40 -0300</pubDate><guid>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30388</guid><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ <p> </p><p><meta charset="utf-8" /></p><p dir="ltr">A 2ª Vara Federal de Uruguaiana (RS) negou o ped (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ <p> </p><p><meta charset="utf-8" /></p><p dir="ltr">A 2ª Vara Federal de Uruguaiana (RS) negou o pedido do Município de Jaguari (RS) para que a Caixa Econômica Federal (CEF) ressarcisse R$200 mil desviados da conta da prefeitura após uma suposta &ldquo;invasão de hackers&rdquo;. A sentença, publicada em 10/8, é do juiz Carlos Alberto Sousa. </p><p>O autor narrou que, em agosto de 2023, sua conta corrente vinculada à CEF foi alvo de acesso criminoso em horário atípico. O ataque resultou em quatro transferências de R$50 mil cada, realizadas sem as autorizações devidas e direcionadas a contas não cadastradas. Com base nisso, a administração municipal sustentou a responsabilidade objetiva do banco por falha na segurança do sistema. </p><p>Em sua defesa, a Caixa assegurou a regularidade de seus sistemas, afirmando que funcionaram normalmente e que as transações foram efetuadas com senhas válidas e equipamentos autorizados pelos próprios servidores municipais &mdash; vítimas de um golpe de phishing (engenharia social). O banco também destacou que o próprio Município, em Processo Administrativo Especial, concluiu não haver responsabilidade da instituição. </p><p><strong>Análise Probatória</strong></p><p>Ao analisar o conjunto de provas, o juiz ressaltou que, embora as instituições financeiras respondam objetivamente pelos danos causados aos consumidores, essa responsabilidade é afastada caso fique demonstrada a culpa exclusiva da vítima ou de terceiros, ou caso se comprove a ausência de defeito na prestação do serviço. </p><p dir="ltr">O juiz pontuou que, &ldquo;se o correntista compartilha informações sigilosas, mesmo em decorrência de golpe sofisticado, é possível verificar a excludente de responsabilidade. Não cabe, portanto, avaliar se o meio ilícito utilizado foi grosseiro ou aprimorado, mas sim se é possível atribuir as consequências do fato à instituição financeira&rdquo;. </p><p dir="ltr">Após a verificação dos registros bancários, constatou-se que as operações foram realizadas mediante o uso das senhas eletrônicas da tesoureira e do prefeito &ndash; contrariando a alegação inicial de que a operação ocorrera &ldquo;sem qualquer aposição de credenciais&rdquo;. </p><p>O histórico do computador da prefeitura também comprovou que os servidores, induzidos pelos criminosos, acessaram um endereço diferente do site oficial da Caixa e forneceram dados sigilosos. Posteriormente, o novo dispositivo foi validado a partir de um computador da própria prefeitura. Além disso, embora as transferências tenham sido executadas por volta das 6h de um feriado local, elas haviam sido agendadas na tarde do dia anterior, o que não caracteriza falha de segurança da instituição, mas sim o estrito cumprimento de ordens emitidas com credenciais válidas. </p><p><strong>Decisão Judicial </strong></p><p>Para o magistrado, o golpe ocorreu fora do ambiente bancário e configurou hipótese de fortuito externo, no qual a conduta das vítimas, ainda que induzidas a erro, facilitou a atuação dos criminosos e rompeu o nexo de causalidade necessário para responsabilizar a instituição. </p><p dir="ltr">Sousa rejeitou o pedido de indenização por danos materiais e morais, julgando improcedente a ação. Cabe recurso da decisão ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). </p><p dir="ltr">Núcleo de Comunicação Social da JFRS (<a href="mailto:secos@jfrs.jus.br">secos@jfrs.jus.br</a>)</p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/rdf14_pedido-de-indenizacao-em-funcao-de-golpe-2.jpg" title="Magnific" alt="Imagem ilustrativa" style="width:800px;" /><br />Imagem ilustrativa (Magnific)</p> ]]></content:encoded></item><item><title>Justiça Federal em Porto Alegre abre inscrições para estágio em Administração e Matemática (14/08/2026)</title><link>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30387</link><pubDate>Fri, 14 Aug 2026 15:12:52 -0300</pubDate><guid>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30387</guid><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ <p>A Justiça Federal em Porto Alegre está com inscrições abertas para seleção de estagiários dos cur (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ <p>A Justiça Federal em Porto Alegre está com inscrições abertas para seleção de estagiários dos cursos de Administração e Matemática. Os interessados podem se cadastrar pelo <a href="https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=pagina_visualizar&id_pagina=3715">portal do órgão</a> entre os dias 14 e 30 de agosto.</p><p>Para participar da seleção, o candidato deve estar matriculado em uma das instituições de <a href="https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=pagina_visualizar&id_pagina=3088">ensino conveniadas</a> à Justiça Federal do Rio Grande do Sul.</p><p>No momento da inscrição, o aluno de Administração precisa ter concluído entre 10% e 70% dos créditos disciplinares do curso. Já para os acadêmicos de Matemática, o percentual exigido é de 20% a 60%.</p><p>A escolha dos candidatos será feita por meio da avaliação do desempenho acadêmico, baseada no índice/coeficiente de aproveitamento escolar, sendo exigida média mínima de 6,0.</p><p>A bolsa mensal é de R$ 1.547,15, acrescida de auxílio-transporte no valor de R$ 10,60 por dia de trabalho presencial. A carga horária é de quatro horas diárias (20 horas semanais), com expediente no turno da tarde.</p><p>Núcleo de Comunicação Social da JFRS (<a href="mailto:secos@jfrs.jus.br">secos@jfrs.jus.br</a>)</p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/rdf14_portal-estagios-adm-dir-poa-adm-mat-poa.jpg" title="Nucom/JFRS" alt="" style="width:800px;" /><br /> (Nucom/JFRS)</p> ]]></content:encoded></item><item><title>Processos históricos do acervo da JFPR são disponibilizados online (14/08/2026)</title><link>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30386</link><pubDate>Fri, 14 Aug 2026 14:42:00 -0300</pubDate><guid>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30386</guid><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ <p style="text-align: justify;">Os 4,1 mil processos da primeira fase da Justiça Federal do Paraná ( (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: justify;">Os 4,1 mil processos da primeira fase da Justiça Federal do Paraná (JFPR), que tramitaram entre 1891 e 1937, estão sendo indexados e disponibilizados na página da instituição na internet. Os autos físicos, guardados na Sala da Memória Fábio Luiz dos Santos, em Curitiba, foram higienizados e digitalizados. E agora, passam pela indexação, que é a realização de um resumo dos processos, com a indicação de personalidades que atuaram no processo (partes, juízes, escrivães, procuradores, advogados, delegados etc). Há mais de 2,5 mil processos prontos, totalmente disponíveis na internet, <strong><a href="https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=pagina_visualizar&id_pagina=2434">na página da Justiça Federal da 4ª Região</a></strong>.</p><p style="text-align: justify;">O trabalho de indexação, chamado de &ldquo;Projeto Memória Online&rdquo; é desenvolvido pela Divisão de Documentação e Memória/Núcleo de Memória Institucional, e vem sendo realizado por nove estagiários de História, que trabalham no ambiente da Biblioteca, no 5º andar do Fórum Juiz Manoel de Oliveira Franco Sobrinho, no bairro Cabral.</p><p style="text-align: justify;">O projeto teve início em 2015 e foi<strong><a href="https://memoria.jfpr.jus.br/eventos-diversos-curitiba/?gallery=07-12-2017-lancamento-do-projeto-memoria-online-processos-historicos-digitalizados"> lançado oficialmente em dezembro de 2017</a></strong>, na gestão do então juiz federal Marcelo Malucelli frente à direção do Foro da JFPR, e contou com a consultoria inicial da professora doutora Joseli Nunes Mendonça, do departamento de História da Universidade Federal do Paraná.</p><p style="text-align: justify;">&ldquo;O acervo devolve à sociedade um pedaço vivo de sua própria trajetória. Com um criterioso trabalho realizado pela Documentação e a Memória Institucional, agora é possível navegar por autos que relatam parte importante da formação do Paraná", afirma o diretor do Foro da JFPR, juiz federal José Antonio Savaris.</p><p style="text-align: justify;"><strong>Processo criterioso</strong></p><p style="text-align: justify;">Segundo a diretora do Núcleo de Memória Institucional, Dulcineia Tridapalli, o processo de indexação é bastante lento, pois os estagiários precisam fazer a leitura paleográfica dos autos, que decodifica a caligrafia antiga, uma vez que a maior parte dos processos é manuscrita. Também é preciso compreender a natureza da ação, explicar seus principais eventos e decisões, além de identificar e nominar as personalidades atuantes nos autos.</p><p style="text-align: justify;">Ao longo do trabalho, já foram descobertos processos envolvendo escravizados, desde ações que discutem impostos de transferência até <strong><a href="https://memoriaonline.jfpr.jus.br/index.php/informationobject/browse?sort=alphabetic&sq0=autos+de+invent%C3%A1rio&sf0=&levels=232&onlyMedia=&findingAidStatus=&copyrightStatus=&materialType=&topLod=1&startDate=&endDate=&rangeType=inclusive">autos de inventário </a></strong>em que os <strong><a href="https://memoriaonline.jfpr.jus.br/index.php/informationobject/browse?sort=alphabetic&sq0=escravizados&sf0=&levels=232&onlyMedia=&findingAidStatus=&copyrightStatus=&materialType=&topLod=1&startDate=&endDate=&rangeType=inclusive">escravizados</a></strong> são relacionados como bens. Também houve processos que discutiam desapropriações e a formação de<strong><a href="https://memoriaonline.jfpr.jus.br/index.php/nucleos-de-colonizacao-do-parana"> núcleos de colonização</a></strong> do Paraná, ações envolvendo a <strong><a href="https://memoriaonline.jfpr.jus.br/index.php/revolucao-federalista-1893-1895">Revolução Federalista</a></strong>, estradas de ferro e <strong><a href="https://memoriaonline.jfpr.jus.br/index.php/estradas-de-ferro-1875-1957">acidentes de trabalho</a></strong>, <strong><a href="https://memoriaonline.jfpr.jus.br/index.php/erva-mate-2">erva-mate</a></strong>, crimes de <strong><a href="https://memoriaonline.jfpr.jus.br/index.php/moeda-falsa-2">moeda falsa </a></strong>e <strong><a href="https://memoriaonline.jfpr.jus.br/index.php/colecao-de-mapas">mapas históricos</a></strong>.</p><p style="text-align: justify;">Outro destaque do acervo, disponível para pesquisa, é o<strong><a href="https://memoriaonline.jfpr.jus.br/index.php/habeas-corpus-no-2-394-2"> habeas corpus nº 2.394</a></strong>, em que a atriz e cantora lírica Loira Lombazzi foi constrangida, em 1921, a submeter-se a exames de detecção de doenças venéreas pelo fato de, sendo atriz, ser considerada prostituta. Com base neste processo o Núcleo de Memória Institucional produziu o documentário<strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=109TYPvJna8&list=PLDkXg4NRE0kFZBVEGYdllAfi4zHwaBVB4&index=1&t=25s"> &ldquo;Loira, a lírica&rdquo;</a></strong>, com passagens dramatizadas, explicando o contexto da época e a legislação vigente que gerou o processo judicial.</p><p style="text-align: justify;">O trabalho de preservação de autos históricos e sua disponibilização para acesso da sociedade é determinação do Conselho Nacional de Justiça, por meio da <strong><a href="https://atos.cnj.jus.br/files/compilado2244452022090563167bdded983.pdf">Resolução nº 324/2020</a></strong>, que institui diretrizes e normas de gestão de memória e de gestão documental no poder judiciário.</p><p style="text-align: justify;"><a href="https://memoriaonline.jfpr.jus.br/index.php/informationobject/browse?levels=232&sort=alphabetic"><strong>Todo o acervo</strong></a> já digitalizado e indexado está disponível. </p><p style="text-align: justify;"><strong>Divisão de Documentação e Memória</strong><br />Diretor: Afonso César da Silva</p><p style="text-align: justify;"><strong>Coordenação do trabalho de indexação</strong><br />Núcleo de Memória Institucional<br />Diretora: Dulcinéia Tridapalli</p><p style="text-align: justify;"><strong>Estagiários de História (da UFPR, PUC e Universidade Tuiuti) que realizam esta atividade:</strong><br />Ana Luiza Berticelli Malanski, Bruna Evaristo Lozovei, Carlos Augusto Benecase Boizan, Carlos Eduardo Araújo de Souza, Laura Sans de Menezes, Luis Henrique Acioli Carvalho, Nahara dos Santos Meira, Nathanael Rayner Guckert e Rafaela Coradin de Lima. </p><p style="text-align: justify;"><em>*A reprodução do conteúdo é autorizado desde que sejam atribuídos os devidos créditos à JFPR.</em></p><p style="text-align: justify;"><strong>Núcleo de Comunicação Social da Justiça Federal do Paraná<br />COMSOC|JFPR - <a href="http://imprensa@jfpr.jus.br">imprensa@jfpr.jus.br</a></strong><br /> </p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/jup99_indexacao.jpg" title="Imagem: COMSOC/ JFPR" alt="Estagiária realizando processo de leitura paleográfica" style="width:800px;" /><br />Estagiária realizando processo de leitura paleográfica (Imagem: COMSOC/ JFPR)</p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/jup99_capa.jpg" title="Foto: COMSOC/JFPR" alt="Estagiários do Núcleo de Memória Institucional e a diretora de núcleo Dulcinéia Tridapalli" style="width:800px;" /><br />Estagiários do Núcleo de Memória Institucional e a diretora de núcleo Dulcinéia Tridapalli (Foto: COMSOC/JFPR)</p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/jup99_meninos-estagiarios.jpg" title="Foto: COMSOC/JFPR" alt="Estagiários do Núcleo de Memória Institucional" style="width:800px;" /><br />Estagiários do Núcleo de Memória Institucional (Foto: COMSOC/JFPR)</p> ]]></content:encoded></item><item><title>A edição nº 273 do Boletim Jurídico do TRF4 já está disponível (13/08/2026)</title><link>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30384</link><pubDate>Thu, 13 Aug 2026 16:55:58 -0300</pubDate><guid>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30384</guid><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ <p>A edição nº 273 do Boletim Jurídico do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) foi publicad (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ <p>A edição nº 273 do Boletim Jurídico do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) foi publicada nesta quinta-feira (13/8). O Boletim é editado pela Escola de Magistrados e Servidores (Emagis) e reúne uma seleção de ementas do TRF4. As decisões são classificadas em matérias como Direito Administrativo e diversos, Direito Previdenciário, Direito Tributário e Execução Fiscal, Direito Penal e Direito Processual Penal.</p><p>O Boletim Jurídico traz, neste mês, 86 ementas disponibilizadas pelo TRF4 em junho e julho de 2026. A publicação também apresenta quatro incidentes da Turma Regional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais (TRU/JEFs). As ementas retratam as inovações e as matérias controvertidas julgadas pela corte.</p><p>O Boletim está disponível para ser acessado na íntegra pelo seguinte link: <a href="https://www.trf4.jus.br/boletimjuridico" target="_blank">https://www.trf4.jus.br/boletimjuridico</a>.</p><p>Esta edição traz como destaque a Apelação Cível nº 5001180-60.2024.4.04.7118, julgada pela 4ª Turma, cujo relator foi o juiz federal Sérgio Renato Tejada Garcia.</p><p>Trata-se de Ação Civil Pública ajuizada por um indígena e pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) contra o Banco do Brasil S.A. buscando a declaração de nulidade de contrato de abertura de crédito rural, a desconstituição do débito, a exclusão da inscrição em cadastro restritivo de crédito, a repetição de indébito e a condenação por danos morais.</p><p>A questão em discussão no acórdão consistiu em saber se houve cerceamento de defesa e se o contrato de financiamento rural é nulo, considerando a alegada ausência de consentimento livre e informado do indígena em situação de vulnerabilidade.</p><p>Ao examinar a controvérsia, a 4ª Turma entendeu que houve cerceamento de defesa. O juízo de primeiro grau indeferiu o pedido de provas adicionais, como a audiência com intérprete, em um contexto de vulnerabilidade linguística dos indígenas que são partes do processo. Devido à limitação à ampla defesa, não foi possível esclarecer a regularidade de contratação do financiamento pelos indígenas.</p><p>Assim, a 4ª Turma decidiu pela anulação da sentença, determinando a reabertura da instrução probatória para assegurar o consentimento livre e informado e a plena elucidação dos fatos, em conformidade com a Convenção nº 169 da OIT, que impõe ao Estado o dever de proteger os direitos dos povos indígenas.</p><p><i>Fonte: Emagis/TRF4</i></p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/mrc88_bol_273_portal.png" title="Imagem: Emagis/TRF4" alt="" style="width:800px;" /><br /> (Imagem: Emagis/TRF4)</p> ]]></content:encoded></item><item><title>Caixa não terá que indenizar vítima de fraude (13/08/2026)</title><link>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30383</link><pubDate>Thu, 13 Aug 2026 16:32:11 -0300</pubDate><guid>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30383</guid><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ <p><meta charset="utf-8" />A 2ª Vara Federal de Pelotas (RS) julgou improcedente o pedido de indeniz (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ <p><meta charset="utf-8" />A 2ª Vara Federal de Pelotas (RS) julgou improcedente o pedido de indenização por danos materiais e morais movida por uma mulher vítima do chamado &ldquo;golpe do falso advogado&rdquo;. A sentença, publicada em 9/8, é do juiz Henrique Franck Naiditch.</p><p dir="ltr">Na ação contra a Caixa Econômica Federal, a autora relatou que, após ter sido induzida a fornecer dados bancários e a chave Pix aos golpistas, foram realizadas transações não autorizadas em seu cartão &mdash; um empréstimo de R$ 3 mil e uma transferência de R$ 700 para a conta de uma empresa mantida na própria instituição bancária.</p><p dir="ltr"><strong>Culpa exclusiva da vítima</strong></p><p dir="ltr">Ao analisar o caso, o magistrado destacou que, embora as instituições financeiras respondam objetivamente por danos decorrentes de fraudes e delitos em operações bancárias, essa responsabilidade não é absoluta. O conjunto probatório demonstra não haver qualquer elemento que indicasse a participação ativa da Caixa na fraude, visto que a própria autora, enganada pelos estelionatários, forneceu suas informações e permitiu o acesso à conta sem confirmar a identidade dos interlocutores.</p><p dir="ltr">O juiz considerou ainda que as operações ocorreram com o uso de dados e senha pessoais antes que o banco fosse comunicado do fato. Para ele, ficou caracterizada a conduta negligente da vítima, o que rompe o nexo causal com qualquer suposta omissão da ré, configurando culpa exclusiva da autora. Além disso, observou-se que, após tomar conhecimento do ocorrido, a Caixa adotou devidamente os procedimentos relativos ao Mecanismo Especial de Devolução (MED).</p><p dir="ltr">Diante dos fatos, Naiditch concluiu pela &ldquo;ausência de falha na prestação do serviço e de nexo causal entre a conduta da ré e o dano suportado pela autora &mdash; que decorreu unicamente da conduta criminosa de terceiro e da imprudência nela induzida &mdash;&rdquo;, julgando improcedentes os pedidos de indenização por danos morais e materiais. Cabe recurso da decisão à Turma Recursal. </p><p>Núcleo de Comunicação Social da JFRS (secos@jfrs.jus.br)</p><p> </p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/edu23_portal-golpe-falso-advogdo-2150171386.jpg" title="Foto: freepik" alt="" style="width:800px;" /><br /> (Foto: freepik)</p> ]]></content:encoded></item><item><title>Começa o Encontro Nacional do SEI 2026 (13/08/2026)</title><link>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30382</link><pubDate>Thu, 13 Aug 2026 14:48:36 -0300</pubDate><guid>https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=30382</guid><dc:creator>Assessoria de Comunicação Social - TRF4</dc:creator><category>Notícias</category><description><![CDATA[ <p>O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em parceria com o Conselho da Justiça Federal (C (...) ]]></description><content:encoded><![CDATA[ <p>O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em parceria com o Conselho da Justiça Federal (CJF) e com o apoio institucional da Caixa Econômica Federal (CAIXA), realizou ontem (12/8) a cerimônia de abertura do Encontro Nacional do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) 2026, que tem por slogan "Eu sou SEI". O evento, que vai até amanhã (14/8), acontece no CJF, em Brasília, e reune autoridades e servidores de órgãos públicos usuários do SEI para debater a transformação digital na administração pública e apresentar as inovações da versão 6.0 da plataforma.</p><p>A solenidade foi aberta pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do CJF, ministro Herman Benjamin, que, virtualmente, elencou a trajetória de surgimento e implantação da ferramenta, bem como destacou a relevância de disseminar a inovação tecnológica pelas instituições públicas do País. &ldquo;É muito importante ressaltar a generosidade do TRF4 em abrir o Sistema Eletrônico de Informações, em nacionalizar uma solução que atenderia originalmente apenas à 4ª Região&rdquo;, afirmou.</p><p>O presidente do TRF4, desembargador João Batista Pinto Silveira, enfatizou o impacto da ferramenta na gestão administrativa e na relação do poder público com a sociedade. &ldquo;A eficiência administrativa não é apenas uma meta burocrática interna, é respeito ao cidadão, respeito ao contribuinte e respeito ao dinheiro público&rdquo;, ponderou. O magistrado também homenageou a servidoras Patrícia Valentina Ribeiro Santana Garcia e o servidor Mairon Guerra Bathaglini, a quem atribuiu papel central na criação do SEI.</p><p>Representando o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), o secretário-executivo Cilair Rodrigues de Abreu enfatizou a integração, a agilidade e a economia de recursos proporcionadas pelo SEI. &ldquo;Atualmente, trabalhamos na difusão do sistema para unidades da Federação e pequenos municípios, para garantir modernidade e transparência, de forma gratuita, para prefeituras sem capacidade de contratar empresas privadas&rdquo;, afirmou.</p><p>O diretor jurídico da Caixa Econômica Federal (CAIXA), Carlos Augusto de Andrade Jenier, destacou que a Caixa é uma parceira das instituições, atuando como um &ldquo;braço executor de políticas públicas em prol do desenvolvimento.&rdquo;</p><p><strong>Público e gratuito</strong></p><p>Na palestra magna de abertura, o juiz federal do TRF4, Eduardo Tonetto Picarelli, apresentou a trajetória do SEI desde sua criação, em 2009, até a consolidação como uma tecnologia pública adotada por mais de 400 órgãos e entidades das diferentes esferas de governo. Ao destacar que a essência do sistema está na tecnologia pública, gratuita, colaborativa e capaz de gerar economia de recursos, Picarelli ressaltou: &ldquo;Foi feito por quem trabalha no serviço público, por quem sabe o que se precisa de um sistema. Foi desenvolvido a partir das nossas perspectivas e das nossas necessidades de trabalho&rdquo;.</p><p>Ao abordar os próximos passos, o magistrado destacou que a evolução do SEI deve preservar uma base tecnológica comum, ao mesmo tempo em que amplia a integração, a modularidade, o uso de dados e de inteligência artificial e a colaboração entre os órgãos. Para ele, a transformação digital não consiste apenas em substituir o papel pelo meio eletrônico, mas em repensar processos e simplificar rotinas. &ldquo;Não se digitaliza a burocracia, transforma-se a administração&rdquo;, enfatizou. Nesse contexto, também ressaltou a importância do compartilhamento de soluções e do fortalecimento da comunidade SEI, formada por gestores e usuários que participam diretamente da evolução do sistema.</p><p><strong>Programação</strong></p><p>As atividades prosseguem nesta quinta-feira (13), com apresentações conduzidas pela equipe responsável pelo desenvolvimento do SEI no TRF4 e por painelistas. Pela manhã, serão abordadas as partes I e II do SEI 6.0, com demonstrações das novas funcionalidades e dos aprimoramentos da plataforma.</p><p>À tarde, a programação contempla os módulos SEI Avaliar, SEI Criar, SEI - Implantação em grandes organizações: CAIXA e SEI Ouvir.</p><p>Na sexta-feira (14), o encontro terá continuidade, a partir das 9 horas, com as apresentações dos módulos SEI Comprar e SEI Julgar. O encerramento oficial do evento está previsto para as 11 horas. </p><p> </p><p><em>Com informações da Ascom/CJF</em></p><p>ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br)</p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/ppi71_14.12.00-copiar.jpg.jpeg" title="Foto: Ascom/CJF" alt="Abertura no final da tarde de ontem, no Auditório do CJF" style="width:800px;" /><br />Abertura no final da tarde de ontem, no Auditório do CJF (Foto: Ascom/CJF)</p><p><img src="https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2026/ppi71_14.12.01-copiar.jpg.jpeg" title="Foto: Ascom/CJF" alt="Presidente do TRF4, desembargador João Batista Pinto Silveira, fala durante solenidade" style="width:800px;" /><br />Presidente do TRF4, desembargador João Batista Pinto Silveira, fala durante solenidade (Foto: Ascom/CJF)</p> ]]></content:encoded></item></channel></rss>