Laboratório de Inovação

Qualidade de vida e sustentabilidade são temas de encontro

01/10/2019
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A Corregedoria Regional da Justiça Federal da 4ª Região, em parceria com as Seções Judiciárias do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná, lançou hoje (1º/10) o programa PertenSER para a Futuridade. A iniciativa é do Laboratório de Inovação da Corregedoria e visa a promover mais qualidade de vida e sustentabilidade no ambiente de trabalho. Com a presença de magistrados e servidores da JF da 4ª Região, o evento ocorreu no auditório do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre (RS), e foi transmitido ao vivo através do Tela TRF4.

A corregedora regional, desembargadora federal Luciane Amaral Corrêa Münch, coordenou o encontro e explicou os principais pontos que o programa aborda: autorealização, integração, propósito, saúde e sustentabilidade. Segundo ela, o primeiro passo proposto pelo PertenSER “é descobrir quem nós somos a partir de uma transformação pessoal e, a partir de então, começar a transformar o que está a nossa volta”. A corregedora destacou o viés otimista do programa que, segundo ela, não foi idealizado para ser uma fonte de reclamações. “A ideia é pensar o que eu posso fazer pelo mundo hoje, e não o que o mundo pode fazer por mim”, completou Luciane. 

A juíza federal Taís Schilling Ferraz, coordenadora do eixo de desenvolvimento humano do projeto, iniciou sua fala alertando a platéia sobre os principais motivos que fazem com que os trabalhadores fiquem desmotivados. Ela citou o contexto atual de indisponibilidade de recursos e poucas oportunidades de formação e de crescimento profissional, que causam adoecimento e rotatividade dos servidores. A magistrada compartilhou dados que mostram que pela primeira vez os afastamentos por depressão e saúde mental ultrapassaram as licenças ortopédicas.

Taís destacou que a proposta do eixo para promover a ressignificação no ambiente de trabalho é fazer com que as pessoas encontrem propósito profissional, reconhecendo a importância da Justiça para a transformação social da sociedade através da humanização das relações internas. Ela ainda apresentou os três macrodesafios do projeto: oferecer autonomia para as pessoas trabalharem, valorizar a saúde com pequenas iniciativas, intervalos de descanso, e potencializar o senso de coletividade e integração através do compartilhamento de experiências específicas entre colegas de trabalho. A magistrada concluiu sua fala propondo um desafio aos espectadores: realizar nos próximos meses ao menos uma ação voltada para seu crescimento pessoal, além de criar um momento diário de descompressão no ambiente de trabalho.

Já no eixo de sustentabilidade, a juíza federal Daniela Tocchetto Cavalheiro expôs iniciativas que cada um pode exercer no dia a dia de trabalho para dar a destinação correta ao lixo produzido. A magistrada, que também é coordenadora do Inovatchê (Laboratório de Inovação da SJRS), estimulou os magistrados e servidores a tornarem suas unidades de trabalho socialmente relevantes, através de ações que realizem a reciclagem ou compostagem de lixo de cada setor.

O encontro também contou com os painéis da fundadora de projetos de sustentabilidade Fabíola Pecce, do especialista em gestão Michael Münch, da palestrante de kabalah Adriana Finkelstein, e do juiz federal Gerson Godinho da Costa.