Réu é condenado a 44 anos de prisão por morte de agente penitenciário após oito dias de júri na JFPR
Atualizada em 11/06/2025 - 17h23
O réu Roberto Soriano, de 52 anos, foi condenado, na noite da última segunda-feira (9), a 44 anos e 8 meses de prisão, pelo crime de homicídio quadruplamente qualificado e pelo crime de integrar organização criminosa, após oito dias de júri popular na sede da Justiça Federal do Paraná (JFPR), em Curitiba.
Soriano foi acusado de ser o mandante da morte do agente penitenciário Alex Belarmino Almeida Silva, em setembro de 2016, período em que estava na Penitenciária Federal de Catanduvas, no oeste do Paraná.
Conforme a sentença do juiz federal André Wasilewski Duszczak, que presidiu o júri, o regime inicial é fechado e Soriano não pode recorrer em liberdade, nos termos do entendimento do STF de que a soberania dos veredictos do Tribunal do Júri autoriza a imediata execução de condenação imposta pelo corpo de jurados.
Alex Belarmino era de Brasília e viajava para dar um curso de tiro na unidade federal, quando houve uma emboscada. Soriano encontra-se atualmente preso na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, onde segue recluso.
Em 2023, ele foi condenado a 31 anos de prisão por outro homicídio ocorrido em Cascavel, este da psicóloga Melissa de Almeida Araújo, também agente penitenciária federal, que atuava em Catanduvas.
*A reprodução do conteúdo é autorizado desde que sejam atribuídos os devidos créditos à JFPR.
Núcleo de Comunicação Social da Justiça Federal do Paraná
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